PONTO DE MUTAÇÃO
O filme trata de muitas questões que levam o ser humano a questionar sua existência, os acontecimentos, o passado e o futuro dentro do próprio presente, nesse encontro com pessoas completamente diferentes e olhares distintos a partir de suas percepções. Nos é mostrado o quanto o ser humano se debate e é inquieto por seu próprios questionamentos, em umas das afirmações ouvimos que “nenhum santo sustenta-se só” observo aqui a necessidade de fé do homem de acreditar em algo que lhe seja superior espiritualmente e onde ele possa colocar seus anseios e necessidades, onde em algum momento por determinada situação ele pode se mostrar com fragilidade diante dessa superioridade. O homem tem a necessidade de não estar só “nenhum homem é uma ilha” quantas conquistas vividas por nós hoje que só puderam ser descoberta por grupos de pesquisadores, cientistas, a socialização faz parte da necessidade do ser humano se constituir como indivíduo, “ser ou não ser” o ser humano tem o livre arbítrio para tomar suas decisões e ver que sua vida são o resultado das próprias decisões que tomou no passado.
Assim como o homem é uma máquina, ele constitui outras tantas pela mesma necessidade de sobrevivência, mas as mesmas máquinas que lhe tornam a vida mais prática também podem extingui – lá. Quantos cientistas que tinham o objetivo de sua descoberta ser usado no tratamento de uma doença e mais tarde se tornou uma letal contra humanidade. È citado que “todo homem tem uma sala de tortura e nem sabem disso”, uma observação sem dúvida profunda e desconcertante pois o homem sempre está em contato com seus medos e seus monstros e muitos não se dão conta disso pois não tem tempo para se perceberem.
O racionalismo afasta o ser humano de lidar com suas emoções e hoje vemos o homem mais racional do que nunca, existe uma diferença entre entendimento e vivência, e nos dias de hoje tudo está muito mecanizado desde uma simples rotina doméstica até uma pesquisa científica. Quanto mais racional uma pessoa se torna mais dificuldades ela vai ter de lidar com suas emoções, por isso tantas diferenças de comportamento de algumas décadas atrás para hoje.
Alice Alfaro e Candice Mollona

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